MICHAEL SUPERA BOHEMIAN RHAPSODY
A cinebiografia de Michael Jackson acaba de redefinir o patamar comercial dos filmes sobre grandes nomes da música. Michael, dirigido por Antoine Fuqua e estrel...
A cinebiografia de Michael Jackson acaba de redefinir o patamar comercial dos filmes sobre grandes nomes da música. Michael, dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do artista, tornou-se a maior cinebiografia musical da história em bilheteria mundial ao ultrapassar Bohemian Rhapsody, produção de 2018 sobre Freddie Mercury e o Queen. O marco foi reportado internacionalmente em 12 de junho de 2026, quando o longa chegou a US$ 911,9 milhões; na atualização consolidada de 14 de junho, o total já havia subido para US$ 932,2 milhões.
Lançado nos cinemas e em IMAX a partir de abril de 2026, o filme é uma coprodução ligada à Lionsgate e à Universal Pictures. A distribuição ficou com a Lionsgate nos Estados Unidos, a Universal nos mercados internacionais e a Kino Films no Japão. A produção é assinada por Graham King, que também esteve por trás de Bohemian Rhapsody, e o roteiro é de John Logan.
O longa acompanha a trajetória de Michael Jackson desde a descoberta de seu talento no Jackson Five até a construção de sua imagem como um dos artistas mais influentes da cultura pop. A sinopse oficial de mercado destaca que o filme combina bastidores pessoais, ambição artística e recriações de performances marcantes do início da carreira solo do cantor.
O desempenho global impressiona pela velocidade. Segundo o Box Office Mojo, Michael soma US$ 362,8 milhões no mercado doméstico norte-americano e US$ 569,5 milhões no exterior, chegando a US$ 932,2 milhões no mundo. Isso coloca o filme a menos de US$ 68 milhões da marca de US$ 1 bilhão, algo raríssimo para uma biografia musical.
Além do recorde principal, a lista de marcas atribuída à Deadline e repercutida pela imprensa musical internacional inclui a maior abertura global já registrada por uma cinebiografia musical, a maior bilheteria mundial da história da Lionsgate e o segundo lugar entre as cinebiografias de maior arrecadação geral, atrás de Oppenheimer. O Brasil também aparece entre os mercados em que Michael superou a arrecadação total de Bohemian Rhapsody, além de ser citado como o maior resultado histórico de um filme da Universal no país.
O sucesso também acelerou as conversas sobre uma continuação. Em chamada trimestral da Lionsgate, o executivo Adam Fogelson afirmou que o estúdio está avançando nas discussões para um segundo filme e que ainda há partes importantes da história e do catálogo musical de Jackson que não foram exploradas na primeira produção. A sequência, porém, ainda não tem data oficial anunciada.
Ranking das 10 maiores cinebiografias musicais da história
1º lugar > Michael (2026)
Michael Jackson
Retrata a trajetória de Michael Jackson, da infância nos Jackson 5 à consagração como o Rei do Pop.
US$ 932,2 milhões
2º lugar > Bohemian Rhapsody (2018)
Freddie Mercury / Queen
Conta a ascensão do Queen e a história de Freddie Mercury até a lendária apresentação no Live Aid.
cerca de US$ 911 milhões
3º lugar > Elvis (2022)
Elvis Presley
Explora a carreira de Elvis Presley e sua complexa relação com o empresário Coronel Tom Parker.
US$ 288,7 milhões
4º lugar > Straight Outta Compton (2015)
N.W.A.
Mostra a formação, o sucesso e os conflitos do grupo de rap N.W.A. na Califórnia dos anos 1980.
US$ 201,6 milhões
5º lugar > Rocketman (2019)
Elton John
Musical biográfico que acompanha a transformação de Reginald Dwight no astro Elton John.
US$ 195,3 milhões
6º lugar > Walk the Line (2005)
Johnny Cash
Relata a vida de Johnny Cash, seus desafios pessoais e o romance com June Carter.
US$ 186,8 milhões
7º lugar > Bob Marley: One Love (2024)
Bob Marley
Reconstitui momentos decisivos da vida e da carreira do maior ícone do reggae.
US$ 181,0 milhões
8º lugar > A Complete Unknown (2024)
Bob Dylan
Foca nos primeiros anos de Bob Dylan e sua revolucionária transição para o folk elétrico.
US$ 140,5 milhões
9º lugar > Ray (2004)
Ray Charles
Apresenta a trajetória de Ray Charles, destacando sua genialidade musical e superação pessoal.
US$ 124,0 milhões
10º lugar > La Vie en Rose (2007)
Édith Piaf
Retrata a vida intensa da cantora francesa Édith Piaf, da pobreza ao estrelato internacional.
US$ 86,3 milhões