MÚSICA

BULGÁRIA FAZ HISTÓRIA NO EUROVISION

Na 70ª edição do Eurovision 2026, realizada no domingo, 16 de maio, na Wiener Stadthalle, em Viena, a Bulgária conquistou seu primeiro triunfo no festival: Dara...

Fonte: ANTENA 1 Publicado em: 18/05/2026
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Na 70ª edição do Eurovision 2026, realizada no domingo, 16 de maio, na Wiener Stadthalle, em Viena, a Bulgária conquistou seu primeiro triunfo no festival: Dara levou o público com o hino dance “Bangaranga” e somou 516 pontos, em uma vitória que uniu júris nacionais e televoto em uma noite marcada por brilho artístico e tensões fora do palco. A organização confirmou que a canção venceu tanto no voto dos jurados quanto no voto popular, feito que não acontecia desde 2017.

 

 

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Como foi a grande final

A noite começou com promessa de disputa acirrada — a Finlândia aparecia entre as favoritas, mas foi a Bulgária que escreveu seu nome na história do Eurovision. Dara transformou “Bangaranga” em espetáculo audiovisual: figurino vibrante, direção de luz acompanhando cada batida e coreografia precisa para sustentar a força dance da faixa. O refrão imediato e a produção pulsante cresceram desde os primeiros segundos, enquanto a combinação de presença de palco e apelo pop rendeu à cantora o raro feito de liderar os dois blocos de votação.

O top 5

O resultado final refletiu uma noite de surpresas e consolidações. A Bulgária ficou em 1º lugar com Dara e “Bangaranga” — 516 pontos, sendo 312 do público e 204 dos jurados.

 

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Em 2º lugar veio Israel, com Noam Bettan e “Michelle” — 343 pontos. 

 

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A Romênia fechou o pódio em 3º, com Alexandra C?pit?nescu e “Choke Me” — 296 pontos. 

 

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A Austrália terminou em 4º, com Delta Goodrem e “Eclipse” — 287 pontos.

 

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 A Itália completou o top 5 com Sal Da Vinci e “Per sempre sì” — 281 pontos, apenas dois à frente da Finlândia, que ficou em 6º.

 

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Itália e Israel em destaque

A Itália apostou em uma apresentação de charme clássico com Sal Da Vinci. “Per sempre sì” começou ao piano e cresceu para uma produção mais dançante, com clima vintage e interpretação calorosa, reforçando a tradição italiana de levar ao Eurovision canções de forte apelo melódico. O 5º lugar confirmou a boa recepção do número e manteve o país entre os destaques da final.

Israel, por sua vez, esteve no centro da principal polêmica política da edição. No palco, Noam Bettan apresentou “Michelle”, balada em hebraico, francês e inglês. A apresentação de Bettan foi recebida com aplausos, mas também com vaias pontuais.

Reino Unido amarga o último lugar

Entre os resultados mais comentados da noite, o Reino Unido ficou com a última posição. Representado por Look Mum No Computer com “Eins, Zwei, Drei”, o país terminou em 25º lugar, com apenas 1 ponto. O desempenho reforçou uma sequência difícil para os britânicos no festival e deu à final um dos contrastes mais fortes da noite: enquanto a Bulgária celebrava sua primeira vitória, o Reino Unido voltava a encerrar a tabela.

 

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No palco, além das performances finais, a noite também resgatou momentos nostálgicos com nomes conhecidos do festival. A celebração dos 70 anos reuniu artistas que marcaram diferentes fases do Eurovision, em um bloco pensado para reforçar a memória afetiva do concurso e o peso histórico da edição de Viena.

Ao fim, Dara e a Bulgária celebraram um momento de afirmação cultural. “Bangaranga” promete reverberar além da semana do festival, sinal de que o Eurovision 2026 segue sendo vitrine de tendências, emoções e debates políticos.

 

 

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