HSBC afirma estar comprometido com investimentos em crédito privado após notícia sobre suspensão de US$4 bi
15 Mai (Reuters) - O HSBC afirmou nesta ?sexta-feira que continua comprometido com seus investimentos em crédito privado, depois de uma reportagem anterior do F...
15 Mai (Reuters) - O HSBC afirmou nesta ?sexta-feira que continua comprometido com seus investimentos em crédito privado, depois de uma reportagem anterior do Financial Times que dizia que o credor havia suspendido um plano de US$4 bilhões para investir em seus próprios fundos de crédito privado.
A reportagem do FT foi publicada pouco mais de uma semana depois que o maior credor da Europa sofreu um prejuízo de US$400 milhões ?relacionado ?ao colapso do credor hipotecário ?britânico Market ?Financial Solutions, o que aumentou o nervosismo do mercado de crédito privado.
'Estamos comprometidos com a oferta de nossa gestão de ativos em fundos de crédito privado', ?disse um porta-voz do HSBC à Reuters em uma ?declaração enviada por email.
O banco listado em Londres havia anunciado ?o plano de investimento em crédito ?privado de US$4 ?bilhões ?em junho de 2025.
No entanto, desde então, os órgãos reguladores de todo o mundo ficaram mais preocupados com a exposição dos bancos ?ao setor de crédito privado de US$3,5 trilhões.
Nos últimos meses, investidores têm feito fila para retirar seu dinheiro de veículos de crédito privado, em meio a preocupações com ?o enfraquecimento dos critérios de concessão de crédito e com a possibilidade de que a inteligência artificial possa causar graves perturbações no setor de software, área em que muitos fundos têm exposição significativa.
A reportagem do FT informou que o HSBC não havia transferido nenhum fundo de crédito privado até o momento e ?não tinha planos atuais de fazê-lo, citando duas fontes familiarizadas ?com o processo de tomada ?de decisão.
A reportagem foi publicada depois que o presidente do HSBC, Brendan Nelson, informou aos acionistas que a instituição ?financeira havia “concluído substancialmente” uma revisão de suas ?políticas e práticas de crédito ?após o ?prejuízo ?de US$400 milhões.
(Reportagem de Mihika Sharma e Preetika Parashuraman em Bengaluru)